Crítica | Homem-Formiga

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Olá, caros amigos! Acho que é a primeira vez que isso acontece por aqui. Crítica quentinha.

Vamos começar dizendo que Homem-Formiga é um filme pra família, porque em questões de roteiro e temática ele apela, ele deixa cair por terra todo aquele contexto que estamos acostumados com a Marvel. Aqueles clichês de super heróis que têm que proteger a terra porque tem alguma raça querendo nos subjugar, mais comum na franquia Thor; sou o bonzão e vou proteger as pessoas, clássico do Homem de Ferro ou sou uma arma de guerra e agora que não tem guerra protegerei as pessoas, tema batido de Capitão América. Homem-formiga, põe tudo isso abaixo com um principal que não é alienígena, não é um Stark ou uma experiência, é apenas um ser humano comum que quer se redimir diante da sua filha.

homem-formiga-ant-man-2015-marvel-filme-movie-critica-2B-25284-25291Comum nos filmes da Marvel, a comédia é latente em Homem-Formiga, o que deixa o longa extremamente divertido, o que em uma sessão lotada no cinema pode dificultar o entendimento de algumas falas. Nosso protagonista Scott Lang (Paul Rudd) é completamente sem noção, outra diferença com os demais filmes da Marvel. Ele é o típico herói trapalhão, o anti-herói, que caiu de paraquedas em um lugar onde tem alguém querendo ser o dono do mundo.Outros personagens que merecem destaque não só por suas participações ou sua qualidade de atuação, mas pelo o que impactam no universo da Marvel, gerando algumas questões são a nossa já conhecida Agente Carter (Hayley Atwell) e Howard Stark (John Slattery), que possuem uma espécie de conflito com o sensacional personagem Dr. Hank Pym (Michael Douglas). Sim, Carter e Howard estão muito mais velhos, já que o filme se passa nos dias atuais, após os Vingadores, o que nos leva a questionar que todo o trama da série Agente Carter, caiu por terra e que ela nunca vai passar um perigo real, assim como para Howard, que me deixou com dúvida se alguma vez ele esteve vivo na franquia Homem de Ferro. Esse é o primeiro impacto e a confirmação do mix de universos que a Marvel vai fazer entre Cinema e Televisão.

Sem dúvida a melhor coisa no filme é a magnitude que as coisas tomam quando Scott encolhe e palmas para a galera da computação gráfica das formigas, são as melhores cenas do longa e as mais divertidas, mas fico com o pé a atrás em relação a como isso iria funcionar em um longa com mais heróis. Já por outro lado, a pior coisa do filme é o vilão, que não é, nem de longe, o que estamos acostumados a ver. Vale ressalvar que pra quem vai ir ver o filme esperando ver um super herói, não vai encontrar isso. Em termos gerais o filme é bem bobinho, mas é Marvel né? Apesar dessa ressalva não desqualifico o filme, ele é muito divertido com sua alta dose de comédia, mas é bem comum perto do que estamos vendo nos demais filmes de super heróis.

Ah! vamos para a pós créditos, então se você ainda não viu o filme ou não se importa com o que vai ler aqui, então prossiga. Caso contrário, obrigado pela visita e até a próxima.

Na primeira cena temos Hank Pym, apresentando o traje da Vespa para a sua filha, Hope van Dyne (Evangeline Lilly), que deve assumir o papel da heroína. Já na segunda, temos o encontro de Falcão e Capitão América com Bucky, o Soldado Invernal, que está desaparecido desde o longa homônimo, não sei destrinchar a cena ao ponto de explicar o que significa essa cena, mas é óbvio que eles estão escondendo algo do Stark, o que dá bases para já conhecida Guerra Civil.

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