TAG | Incentivo à leitura

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Primeira Tag do blog. Sou péssimo com essas coisas.

Bom, não sei quem criou e também não fui indicado para fazê-la. Peguei de supetão mesmo do blog Psicose da Leitura que dizia que quem quisesse fazer podia ficar avonts.
Na Tag basta indicar um livro. E tem que escolher 10 blogs para fazerem a mesma Tag, tipo corrente do Orkut. Vou fazer isso não, se você se sentiu tocado pode fazer no seu blog também. Só colocar que viu aqui. Igual estou fazendo a minha. PS. Prometo que o Design melhora.
Como não especifica se tem que ser de autor nacional ou internacional vou escolher um autor brasileiro.

Vou recomendar um livro que tem como plano de fundo a espionagem e foi escrito pelo autor parceiro do Blog e amigo, Ricardo Reys.  O Nome do livro é O Anjo, e toda vez que falo do livro me vem a cabeça “só restam 7 deles no mundo.” A história acompanha Gabriel, um dos anjos que deixou o batente e agora é procurado pela agência. O livro é cheio de jargões da espionagem e do bom humor do espião que sabe que é o pica das galáxias. Sem mais grandes detalhes, na resenha que fiz no blog, separei algumas das armas utilizadas e mais ou menos como imaginava o estilo dos agentes.
Há sete deles. São os melhores, os mais completos, os mais mortíferos. Todos com nomes de anjos, todos juízes do céu e do inferno, que punem com a morte aqueles que a paz ameaçam. E numa fria manhã no Canadá, Anjo Gabriel vê-se obrigado a deixar a filha, que acabou de conhecer, bem como a vida de pai que acabara de abraçar, a fim de partir na mais perigosa missão que já lhe foi dada. Justamente aquela que ele nunca conseguiu completar. Perseguições em alta velocidade, tiroteios incessantes, romance, drama e suspense numa sedutora aventura que o arrastará por todo o mundo. Um mundo oculto. Um mundo perigoso. Um mundo em que somente os anjos sobrevivem.
De bônus uma Quote:

E então eles vieram. Suas roupas negras escondem seus pecados, terminando na capa caída até o chão, tal como assas recolhidas prestes a se abrirem. As mesmas que os fazem levantar voo, cruzando a fronteira das trevas enquanto munidos com sua espada; esta que nada mais é do que o revólver prateado que levam na cintura. Eles não têm nomes, sendo conhecidos por seus atos, e não pelo que são. Ninguém nunca os viu, exceto quem já está morto.

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